O planejamento jurídico da longevidade envolve não apenas a proteção e a transmissão do patrimônio, mas também a preservação da autonomia individual.
Em entrevista ao portal Viva, a sócia Angela Di Franco explica a finalidade das diretivas antecipadas e sua importância para garantir que a vontade previamente manifestada em testamento seja considerada em situações de incapacidade.
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