A mediação antecedente ganha espaço como ferramenta de negociação em cenários de estresse financeiro. O mecanismo busca criar condições para que empresas e credores discutam soluções antes da adoção de medidas mais drásticas de reestruturação.
Em entrevista à Capital Aberto, Rafael Zabaglia analisa os avanços e os desafios desse instrumento. Apesar do interesse crescente do mercado, fatores como o alcance limitado dos acordos, a adesão voluntária dos credores e as restrições impostas ao devedor após a negociação ainda influenciam sua utilização no sistema brasileiro de insolvência.
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