O volume de recursos direcionado ao saneamento passa a ocupar espaço relevante no mercado de capitais, com emissões e prazos mais longos que as usuais emissões de energia e transportes. Isso altera a forma como o setor é financiado e analisado por investidores. Nesse contexto, a previsibilidade regulatória e a condução de reequilíbrios contratuais influenciam a percepção de risco e o comportamento desses ativos ao longo do tempo.
Em reportagem publicada na Bloomberg, o sócio Saulo Puttini observa que o setor já alcança níveis de emissão comparáveis a segmentos mais consolidados e destaca que a dinâmica de revisão contratual pode afetar a precificação das debêntures caso haja acúmulo de ajustes tarifários.
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